Batendo cabeça

PrintMarcelo Iha, analista de comunicação da GCP, começou a se interessar por instrumentos musicais por volta dos 12 anos, quando assistiu a parentes tocarem teclado. Em seguida, começou a estudar e frequentar as aulas de música durante cerca de três anos, até que resolveu pegar e “arranhar”o violão antigo do pai. Foi aí que se interessou pela guitarra, que acabou substituindo o teclado. Já com alguma noção de teoria musical e cerca de 15 anos, passou a treinar sozinho com revistas de cifra e tablaturas da internet.

Com 20 e poucos anos, também adquiriu um baixo, cujo som gosta de prestar atenção nas músicas. “Eu ficava escutando algumas bandas e tentando ‘tirar a linha de baixo’ sozinho como fazia com a guitarra”, lembra. Seu estilo preferido para ouvir e tocar é o punk rock e hardcore, principalmente das décadas de 1970 e 1980. “É tosco mesmo, e não precisa de técnica ou habilidade!”, brinca.

Já teve algumas bandas do estilo no passado, mas nada sério, sem pretensão de fama. “É legal tocar com os amigos, fazer barulho e desestressar! É mais fácil e divertido”, diz. Como sempre estudou e trabalhou, leva a música como um hobby. Ele nunca tocou em barzinho, mas lembra até hoje de um show que fez para parentes e amigos. Fecharam um local com pequeno palco que servia comida, bebida e tocaram por pura diversão.

Ultimamente tem ouvido bastante outro estilo de música, o ska. Por isso, Marcelo comenta que “gostaria de aprender instrumentos de sopro como trompete ou saxofone, para tocar um som mais tranquilo”.

Banda Discordantes.Foto: acervo pessoal.
Banda Discordantes. Foto: acervo pessoal.
Banda Discordantes.Foto: acervo pessoal.
Banda Discordantes. Foto: acervo pessoal.