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Quem é?

cover baixo 41_punk rock
Capa da revista Cover Baixo. Foto: acervo pessoal.

Se você chutou que o cara na foto no boletim de setembro era Marcelo Iha, acertou! Em 2006, quando ele era estudante de Jornalismo e estagiário em uma editora de revistas de instrumentos musicais, foi usado como “modelo” para a capa da publicação “Cover Baixo“. Na época, tinha moicano e levantou o cabelo para as fotos da matéria principal que abordava a influência do baixo no punk rock. Para quem curte o estilo, a imagem produzida em que simula quebrar o instrumento é uma nítica referência ao clássico álbum “London Calling“, de 1979, da banda inglesa The Clash.

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Marcelo Iha. Foto: acervo pessoal.

 

QUIZ – Qual músico da SPTuris combina com o seu estilo?

Qual músico da empresa combina com o seu estilo musical? Escolha uma alternativa para cada pergunta e veja o resultado abaixo!

Foto: divulgação.

1) Como você costuma se exercitar?

a) Correr na esteira
b) Pedalar
c) Levantar a barra até suar
d) Fazer aulas aeróbicas n
e) Caminhar na rua
f) Fazer yoga
g) Fazer aulas de dança

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2) Você prefere comer..

a) Hambúrgue
b) Virado à paulista
c) Churrasco
d) Macarronada
e) Comida caseira
f) Comida natural
g) Feijoada

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3) Em um domingo, qual seria sua escolha de passeio?

a) Barzinho com os amigos
b) Ver um jogo de futebol
c) Pular de paraquedas
d) Ver uma peça de teatro
e) Ir a Igreja
f) Andar pela Av. Paulista e Rua Augusta
g) Pagode na laje

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4) Qual sua bebida preferida?

a) Wisky
b) Caipirinha
c) Vodka
d) Martini
e) Refri
f) Suco
g) Cerveja

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5) Em São Paulo, você gosta de visitar que lugar?

a) Pub
b) Sesc
c) Galeria do Rock
d) Beco do Batman
e) Sala São Paulo
f) Beco 203
g) Quadra de escola de samba

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6) Qual item não pode faltar no seu guarda-roupa?

a) camiseta de banda
b) chapéu panamá
c) jaqueta de couro
d) suspensório
e) camisa social
f) calça skinny
g) bermuda branca

 

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7) Qual seu apresentador de TV preferido?

a) João Gordo
b) Raul Gil
c) Supla
d) Jô Soares
e) não vejo TV
f) Fábio Porchat
g) Regina Cazé

 

Resultados

Confira em suas respostas qual letra foi a mais marcada:

rock
Da esquerda para a direita: Arthur Schommer (ao centro), Cláudio Pontífice e Fabio Montanheiro.

a) ROCK – Não é de hoje que as camisetas de banda habitam o seu guarda-roupa. Passar aquele domingo ouvindo o bom e velho rock, só pode ficar melhor em um pub com os amigos, não é? Não esconda seu vinil de Led Zeppelin e deixe pública sua lista no Spotify, porque aqui na empresa tem muita gente que também gosta do estilo. Os músicos que podem fazer um concerto pra você são: Fábio Montanheiro, Arthur Schommer e Cláudio Pontífice.

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Mário Mammana.
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João dos Patos.

b) MPB – Não perde um show no Sesc e até já te conhecem lá. O CD da Gal Costa não fica mais na caixinha porque já mora no player do carro. Pois é, o MPB faz parte da sua vida e a sugestão é curtir um barzinho, tomando aquela caipirinha enquanto escuta um som, voz e violão, ao vivo. Os músicos da empresa que podem fazer um concerto pra você são: João dos Patos e Mário Mammana.

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Marcelo Iha.

c) PUNK – Alguma vez na vida já usou moicano ou coloriu o cabelo, as músicas do Ramones, Sex Pistols ou The Clash não saem da cabeça e a vontade de mergulhar no mosh não deixa de existir. O melhor mesmo é usar qualquer roupa rasgada e surrada, jaqueta de couro, corrente e cinto de rebites. Pois bem, prepare seu pior tênis ou coturno e aproveite o bate-cabeça. O músico da empresa que pode fazer um barulho pra você é: Marcelo Iha.

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Felipe Coutinho.

d) JAZZ – O som da bateria de fundo e o sax tocando são a companhia perfeita para um domingo, enquanto visita a Vila Madalena. No seu fim de semana, uma peça de teatro ou um cinema já estão programados. O jazz é sua trilha sonora da vida e o ritmo te acompanha no dia-a-dia. O músico da empresa que pode fazer um concerto pra você é: Felipe Coutinho.

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Edson dos Santos.

e) GOSPEL – Louvar é sempre a escolha certa, você respeita os diferentes estilos de música, mas prefere o som do órgão e do violino da igreja. O músico da empresa que você poderá ouvir tocando no culto é: Edson dos Santos.

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Ruben Domingues.

f) ALTERNATIVO – O Lollapaloza é um sonho todo ano, sempre tem alguma banda que você curte. Não que o velho rock dos anos 1970 e 1980 não agrade, mas curte mesmo ouvir o alternativo dos anos 1990 e começo dos 2000: Strokes, Blink e Arctic Monkeys com certeza são os clipes mais assistidos. Sem contar que a saideira dos rolês de sábado sempre acabam na Rua Augusta. O músico da empresa que pode fazer um concerto pra você é: Ruben Domingues.

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Jefferson Teixeira.

g) SAMBA – Começo de ano é a melhor época e poder trabalhar no Sambódromo o torna mais gostoso ainda. Não perde um ensaio na quadra da escola de samba e aos domingos no tradicional churrasco com a família sempre está tocando os melhores enredos, ou, então, Martinho da Vila. O músico da empresa que pode fazer um concerto pra você é: Jefferson Teixeira.

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Maurice Prado.

-> Caso as respostas não tenham uma quantidade maior de uma letra apenas: Você é ECLÉTICO: no rock, MPB, jazz ou qualquer outro estilo, é confortável estar acompanhado de boa música. Aos domingos, nada melhor do que ir a um barzinho com um sarau onde é possível experimentar músicas diferentes que misturam todos os ritmos. O músico da empresa que pode fazer um concerto pra você é: Maurice Prado.

 

Guitarrista em ascensão

PrintGuthrie Govan é um dos maiores guitarristas do mundo e um exemplo para Arthur Schommer, aprendiz da Gerência de Turismo, que começou a tocar guitarra em 2013. Integrante de uma banda ainda em formação, é ouvinte de Metallica, Steven’s Seagulls, Megadeath e outras bandas de blues, jazz, rock e metal.

Sua primeira apresentação foi em um evento no salão do bairro, no qual tocou violão para acompanhar seu amigo rapper Aaron. O começo foi inspirado pelos grandes ídolos. Depois de algumas aulas, com o básico como acordes e contagem de tempo, a internet fez o resto do serviço. YouTube, sites de tablaturas, como o Songster, são os responsáveis pelo contínuo aprendizado do jovem guitarrista que, hoje, já tira as músicas de ouvido.

Os instrumentos cativam e ele confessa que adoraria aprender novos sons, como o do teclado e do banjo, o último, conhecido da banda Steven’s Seagulls, que tocou em Interlagos, no Maximus Festival. Aos domingos, ele ensaia com a guitarra Michelly, uma Strinberg Les Paul preta com detalhes bege. O aprendiz também sonha com o futuro e, apesar de não almejar tornar-se profissional, é fácil se imaginar com 50 anos, uma guitarra Fender nas mãos e tocando “Symphony of Destruction”, do Megadeth.

César Magnum, eu e Bruno Kainã. Foto: acervo pessoal.
César Magnum, Arthur Schommer e Bruno Kainã. Foto: acervo pessoal.

Samba no bumbo e no coração

PrintSamba no pé, na cabeça e no coração: Jefferson Teixeira, assessor da DTE, é conhecido pelos carnavais em que já tocou. O ritmista domina 15 instrumentos, que fazem parte de uma bateria de escola de samba, como o surdo (bumbo), a caixa e o tamborim. Diretor da Acadêmicos do Tucuruvi, conta que, para tornar-se parte da bateria, é necessário começar na escolinha, que a própria escola de samba oferece, o que é fundamental para uma boa formação e, claro, para desfilar no Carnaval. A estrutura de uma bateria depende de seus diretores: o principal cuida de mais ou menos 280 ritmistas, divididos em 10 setores, sendo cada um deles coordenado por outro diretor, além do grande maestro – o mestre de bateria.

Com 35 anos de experiência, todos dedicados ao ritmo carnavalesco, Jefferson, em meio a tantas memórias, relembra a primeira vez em que desfilou como parte de um dos setores da bateria. Ele agora torna realidade o mesmo sonho para outras crianças, com projetos sociais, todos ligados à escola de samba da qual faz parte. “É possível formar pessoas através da música. O instrumento ajuda a superar dificuldades, por isso todo mundo deveria aprender um”, diz o ritmista. Um de seus projetos é o Samba da Família, que acontece aos sábados e tem como intuito reunir a família por meio da música.

Jefferson é músico documentado pela Ordem dos Músicos do Brasil (OMB). Ele teve a experiência de fazer um show de Carnaval em um cruzeiro que contornou a costa brasileira. “A música traz coisas que você não imagina que vai presenciar”, conta o músico, professor e sambista de coração, Jefferson Teixeira.

Jefferson Teixeira tocando um dos instrumentos de percussão.
Jefferson Teixeira tocando um dos instrumentos de percussão.

João dos Patos

PrintNuma “canja” com os artistas do show sertanejo na última Festa Julina do Grêmio SPTuris, João Gagliardi, o popular “João dos Patos” surpreendeu o público e tocou bateria, mostrando que é um apaixonado pela música. A afinidade com o ritmo começou na infância, em improvisados espetáculos com latas e baldes pelas ruas do bairro Pauliceia, em São Bernardo do Campo.

Aos 16 anos, João  já participava de bandas e acompanhando calouros, que competiam em programas transmitidos pela Rádio Diário do Grande ABC. A partir daí, foram dez anos colaborando como baterista em conjuntos como Butterfly, Meios e Reais, até que a mudança de cidade e um novo emprego abreviaram a trajetória musical. Animado com a experiência e repercussão entre os amigos, João comprou um novo pedal chimbal para a bateria do Grêmio e já espera participar de futuros shows com os colegas de trabalho.

João Gagliardi ensaia com bateria no Grêmio SPTuris. Foto: Jose Cordeiro/ SPTuris.
João Gagliardi ensaia com bateria no Grêmio SPTuris. Foto: Jose Cordeiro/ SPTuris.

Ser músico é persistir

PrintFigurinha carimbada nos rolês rock da adolescência, Ruben Domingues, estagiário do Observatório de Turismo, curte desde Deep Purple até Blink 182, além de muitos outros gigantes entre os dois. Com tantas influências, era certo o gosto pela música e a vontade de tocar um instrumento. Depois de tentar o teclado, por insistência da mãe, resolveu que gostava mais das cordas. Com a ajuda de Bruno, amigo e guitarrista da Mysteries of Beyond- sua primeira banda -, os acordes maiores e menores foram garantidos. E, antes do YouTube, o mais eficaz era aprender as músicas através das tablaturas que saíam nas revistinhas.

“Como ser o Alex Turner não é para qualquer um, viver de música é difícil. Ter uma banda depende de comprometimento, mas sinto falta de fazer parte de uma”, conta Ruben. Quando o tempo permite, ele ainda risca um Fluorescent Adolescent, do Arctic Monkeys, ou um dos clássicos do Sum 41.

A música é um método utilizado para melhorar a concentração e o interesse das crianças e de quem se interessar por aprender – essa dica é parte fundamental na vida de Ruben. “Tudo que eu desejo ser bom, tenho que praticar e dedicar tempo, daí o resultado aparece. Aprendi isso com a música”.

Ruben Domingues e sua guitarra.
Ruben Domingues e sua guitarra.

Música para o mundo

PrintComo brincadeira de criança que tem pais músicos, Maurice de Almeida Prado, produtor de eventos da DTE, começou a tocar guitarra. Mesmo com o início tardio, hoje domina quatro instrumentos: violão, guitarra, cavaquinho e banjo tenor. Em sua adolescência, o rock chamou a atenção: Led Zeppelin, Beatles e Aerosmith. Mas, conforme foi conhecendo mais sobre o assunto, acabou concluindo que a melhor música é a world music, que pode ser reproduzida em qualquer lugar do mundo, pois pode ser adaptada a qualquer instrumento de diferentes culturas, como, por exemplo, as composições de Gilberto Gil. A música fez parte de sua vida profissional e ele já teve a oportunidade de realizar shows em bandas de baile, três horas por noite, além de tocar em bares e saraus.

Entre seus gostos, Gil, Angelique Kidjo, Baveans, MPB e alguns ritmos do Leste Europeu. Porém o músico atesta: “Não tenho um estilo de som preferido, para cada ocasião a sensibilidade musical faz a escolha”. Com tantas experiências diferentes, como as jam sessions – saraus musicais nos quais qualquer músico pode subir ao palco e tocar -, o cargo de produtor na DTE foi direcionado para a parte de shows. Em um desses foi até reconhecido, por uma banda de reggae, e convidado para subir ao palco, na 2ª Virada Cultural, um dos maiores eventos de cultura da cidade. Outra memória feita na SPTuris foi um fim de ano na empresa, no qual tocou ao lado de outros colaboradores.

Uma curiosidade do músico é seu banjo. Em uma viagem a Londres, decidiu que queria comprar algo novo, um instrumento. Depois de pesquisar diversas lojas na terra dos Beatles, encontrou a famosa Rob Globin e lá adquiriu um banjo tenor. Segundo contou, o instrumento é muito utilizado para o chorinho e começou a ser usado para esse estilo porque o violão tem um som muito baixo. Quando questionado sobre aprender um instrumento e experimentar a sensação da música, ele aconselha aos novatos: “Se joguem!”.

Maurice de Almeida Prado. Foto: acervo pessoal.
Maurice de Almeida Prado. Foto: acervo pessoal.

Tecladista do rock

Foto: divulgação.
Foto: divulgação.

“A música não tem explicação, te pega na alma. O instrumento te chama”, é o que responde Cláudio Pontífice, técnico de turismo, da Gerência de Turismo, ao ser questionado sobre como escolheu o teclado. Fã de Deep Purple, já tocou no Guilan’s Pub, bar de rock da cidade. “Gosto de tocar o bom e velho rock n’roll em lugares que são fiéis ao estilo”.

Tudo começou em 1992, quando ganhou um teclado e entrou na escola de música. Algo em comum entre os músicos é a ligação com o instrumento, mas, segundo Cláudio, com o teclado é diferente: “A guitarra, o piano, a bateria, eles tem alma. Já o teclado não, é eletrônico, como uma impressora, você pode apenas trocá-lo”.

Profissional no ramo da música, visita diversos barzinhos da cidade, como os do bairro Vila Madalena, tocando cover de rock clássico, dos anos 1970 e 1980. Sua primeira banda foi a Divine Brown – o nome foi inspirado em um escândalo envolvendo o ator Hugh Grant, durante a década de 1990. Os ensaios hoje, da banda Sicker, acontecem às sextas, de duas em duas semanas, na esquina das ruas Teodoro Sampaio com Oscar Freire. Alguns desses encontros estão no YouTube.

Cláudio Pontífice. Foto: acervo pessoal.
Cláudio Pontífice. Foto: acervo pessoal.
Cláudio Pontífice. Foto: acervo pessoal.
Cláudio Pontífice. Foto: acervo pessoal.
Banda Sicker. Foto: acervo pessoal.
Banda Sicker. Foto: acervo pessoal.

À procura da bateria perfeita

Felipe Coutinho, estagiário da DIE, além de estudante de Administração, também é baterista e, como tal, acredita que cada instrumento tem sua personalidade, seu som e, para um músico achar aquele com o qual se identifica, a jornada é longa. Por isso, Felipe dedicou-se a construir sua própria bateria. Sophia, como a apelidou, é feita de madeira de araucária tratada e ferragem escolhida a dedo, todos os detalhes pesquisados e pensados minuciosamente até ela se tornar o instrumento perfeito. “Para fazê-la, foi necessário desmontar outra bateria e, assim, descobrir como ela funciona por dentro”, conta o músico, que tem um pouco de luthier no currículo.

PrintConhecido também por sua coleção de pratos – parte fundamental de uma bateria -, que já chegam a 25 e guardam histórias das décadas de 1960, 1970 e 1980. Um dos preferidos de Felipe é uma relíquia, o único que existe na América Latina, o outro é um especial em homenagem ao Neil Peart, baterista da banda Rush, que foi produzido em quantidade limitada – existem apenas 300 no mundo! Por conta de sua curiosidade e vontade de conhecer e explorar novos sons, ele consegue reconhecer os diferentes pratos de ouvido.

Com três projetos em andamento, explora os diversos estilos musicais, como o jazz, rock e outras melodias. Entre essas misturas, surgiu o seu projeto autoral: uma banda composta por seis músicos que tocam instrumentos diversificados e estão compondo o repertório, que promete inovar os sons brasileiros. Felipe acredita que é necessário influenciar outras pessoas, mostrando o mundo da música e como ela pode mudar vidas, para, assim, também terem vontade de conhecer um instrumento. “A música é identidade e sentimento, não precisa ficar perfeito, tem que sentir e transferir o que você gosta enquanto está tocando. É significado e não objeto. Um exemplo disso é a Sophia, que foi um protesto meu contra o mundo descartável no qual vivemos hoje”, diz o baterista.

Felipe Coutinho. Foto: acervo pessoal.
Felipe Coutinho. Foto: acervo pessoal.
Felipe Coutinho. Foto: acervo pessoal.
Felipe Coutinho. Foto: acervo pessoal.
Felipe Coutinho. Foto: acervo pessoal.
Felipe Coutinho. Foto: acervo pessoal.

O violinista

PrintEdson Geraldo dos Santos, assistente de serviços administrativos da DIE, toca violino na orquestra de sua igreja há 29 anos.  Um grande músico que o inspira é o maestro Andre Rieu, conhecido por grandes concertos ao redor do mundo.

O interesse pelo instrumento acontece por ser acústico e clássico- com 24 anos, iniciou seus estudos e durante os dois primeiros anos se dedicou a aprender teoria e a treinar até começar a tocar em público na Congregação Cristã. Sua esposa toca órgão, um instrumento que ele admira muito e que também gostaria de aprender. Ele toca os hinos de sua igreja e os que mais o emocionam são “Ave Maria” e “Jesus, alegria dos homens”.

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Edson Geraldo dos Santos. Foto: acervo pessoal.