Tecladista do rock

Foto: divulgação.
Foto: divulgação.

“A música não tem explicação, te pega na alma. O instrumento te chama”, é o que responde Cláudio Pontífice, técnico de turismo, da Gerência de Turismo, ao ser questionado sobre como escolheu o teclado. Fã de Deep Purple, já tocou no Guilan’s Pub, bar de rock da cidade. “Gosto de tocar o bom e velho rock n’roll em lugares que são fiéis ao estilo”.

Tudo começou em 1992, quando ganhou um teclado e entrou na escola de música. Algo em comum entre os músicos é a ligação com o instrumento, mas, segundo Cláudio, com o teclado é diferente: “A guitarra, o piano, a bateria, eles tem alma. Já o teclado não, é eletrônico, como uma impressora, você pode apenas trocá-lo”.

Profissional no ramo da música, visita diversos barzinhos da cidade, como os do bairro Vila Madalena, tocando cover de rock clássico, dos anos 1970 e 1980. Sua primeira banda foi a Divine Brown – o nome foi inspirado em um escândalo envolvendo o ator Hugh Grant, durante a década de 1990. Os ensaios hoje, da banda Sicker, acontecem às sextas, de duas em duas semanas, na esquina das ruas Teodoro Sampaio com Oscar Freire. Alguns desses encontros estão no YouTube.

Cláudio Pontífice. Foto: acervo pessoal.
Cláudio Pontífice. Foto: acervo pessoal.
Cláudio Pontífice. Foto: acervo pessoal.
Cláudio Pontífice. Foto: acervo pessoal.
Banda Sicker. Foto: acervo pessoal.
Banda Sicker. Foto: acervo pessoal.